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Diabetes é mais perigosa do que se pensa, diz comunidade médica

Posted in ciência, novidade with tags , , , , , , , on julho 11, 2008 by dr.lichtenstein
Pesquisa nos EUA mostra que população considera doença menos perigosa.
Enfermidade causa problemas em praticamente todo o corpo.

Em um conjunto de discussões de grupo, foi pedido aos participantes para classificar a gravidade de vários problemas de saúde, incluindo câncer, doenças do coração e diabetes.

Em uma escala de 1 a 10, câncer e doenças cardíacas sistematicamente foram classificadas como 9 ou 10. Mas diabetes só ficou em 4 ou 5 na escala.

“O consenso geral parece ser: ‘existem remédios’, ‘veja como as pessoas parecem estar bem com diabetes’ ou ‘nunca ouvi falar de ninguém que morreu de diabetes’”, disse Larry Hausner, diretor da Associação Americana de Diabetes, que comandou as discussões de grupo. “Havia pouca conhecimento sobre tudo relacionado à diabetes.”

Mas a diabetes é tudo menos insignificante. Ela destrói o corpo inteiro, afetando desde a audição e a visão, à função sexual, à saúde mental e o sono. É a principal causa de cegueira, amputações e insuficiência renal, e pode triplicar o risco de ataques cardíacos e derrames.

“É uma doença que mata lentamente”, disse Dr. John B. Buse, professor da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, presidente da associação de diabetes para a medicina e a ciência. “Ela pode ser terrível – é quase inimaginável o quanto ela pode ser ruim.”

  • O início

A diabetes surge quando o corpo não consegue usar o açúcar no sangue como energia, ou porque ele tem muito pouca insulina, ou porque ele não pode usar insulina. A diabetes tipo 2, que corresponde a cerca de 90% dos casos, geralmente se desenvolve mais tarde na vida e está associada à obesidade e à falta de exercício. A diabetes tipo 1, que geralmente é diagnosticada em crianças, ocorre quando o sistema imunológico destrói por engano as células que produzem a insulina.

A discrepância entre a percepção e a realidade é particularmente preocupante em uma época em que o número de diabéticos está aumentando. Somente na semana passada, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos anunciou que o número de americanos com diabetes é de cerca de 24 milhões, ou 8% da população. Quase 25% das pessoas com 60 anos ou mais tiveram diabetes em 2007. E o Centro estima que 57 milhões de pessoas têm níveis anormais de açúcar no sangue que representam uma pré-diabetes.

Sem dúvida, a diabetes é tratável, e um leque de novos medicamentos e ferramentas de monitoramento melhoraram incrivelmente a qualidade dos cuidados aos pacientes. Mas manter a doença sob controle exige constante vigilância e cuidados dispendiosos, assim como mudanças no estilo de vida, como perder peso, fazer exercícios regularmente e monitorar os carboidratos.

Buse afirma que pacientes focados na sua doença e com acesso a assistência médica regular têm uma boa chance de viver uma vida normal sem desenvolver uma deficiência relacionada à diabetes.

Mas alguns pacientes afirmam que estão ocupados demais para cuidar melhor de si próprios, e muitos pacientes de baixa renda não conseguem pagar assistência médica regular. Até mesmo pessoas com planos de saúde se esforçam para conseguir pagar sua parte das consultas médicas freqüentes e vários medicamentos.

E, para piorar, a diabetes está associada a diversos outros problemas de saúde. Na semana passada, por exemplo, o “Journal of the American Medical Association” informou que pessoas com depressão têm mais risco de desenvolver diabetes tipo 2, e vice-versa.

Isso não é de surpreender: segundo dados publicados ano passado no jornal Diabetes Care, a depressão tende a interferir nos cuidados do paciente com ele mesmo, o que exige o monitoramento da glicose, medicação, mudanças alimentares e exercícios.

Em última análise, a diabetes pode custar caro, da cabeça aos pés. No cérebro, ela aumenta o risco não só de depressão, mas também de problemas do sono e derrames. Ela põe em risco a visão e a saúde dos dentes. Este mês, o Annals of Internal Medicine relata que a doença aumenta em mais que o dobro o risco de perda da audição.

Espalhando pelo corpo, a diabetes pode levar a doenças do fígado e do rim, assim como sérias complicações gastrointestinais, como paralisia do estômago e perda do controle do intestino. No ano passado, o jornal Diabetes Care relatou que em uma amostra de quase 3.000 pacientes com diabetes, 70% tinham esteatose hepática não relacionada ao álcool.

Circulação sangüínea insuficiente e a perda da sensação das extremidades, chamada neuropatia, podem levar a graves úlceras e infecções; nos Estados Unidos acontecem cerca de 86.000 amputações relacionadas à diabetes a cada ano.

A diabetes também custa caro para o relacionamento. De acordo com algumas estimativas, de 50 a 80% dos homens com diabetes sofrem de disfunção erétil. Especialistas afirmam que mulheres com diabetes geralmente perdem a libido ou sofrem de secura vaginal.

  • Esforço dos médicos

O desafio para os médicos é convencer pacientes que a diabetes é um grande ameaça à saúde. Durante anos, a mensagem da Associação Americana de Diabetes foi a de garantir que a doença é tratável. Agora, a partir de 2009, a associação planeja remodelar a mensagem para comunicar melhor a gravidade da doença.

“Nossa estratégia de comunicação será que a diabetes tem conseqüências fatais e que a Associação está aqui para mudar o futuro da diabetes”, disse Hausner, antigo diretor da Sociedade de Leucemia e Linfoma, que entrou na associação há 10 meses. “A palavra ‘fatal’ era potencialmente controversa para a organização. Antes, as pessoas diziam que não queriam assustar ninguém.”

A nova estratégica não é uma tática de terror, acrescentou. Prevenção e esperança farão parte da mensagem. “Não que a gente não queira que as pessoas tenham esperanças”, ele disse. “Mas queremos que as pessoas entendam que isso é serio.”

Fonte: New York Times

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Maconha produzida pelo corpo faz bem à pele, diz estudo

Posted in ciência, novidade with tags , , , , , , on julho 10, 2008 by dr.lichtenstein
Cientistas dizem que composto semelhante ao THC mantém pele saudável.

Um grupo de cientistas da Hungria, da Alemanha e da Grã-Bretanha afirma ter descoberto que os endocanabinóides – compostos químicos semelhantes aos tetraidrocanabinóis (THC), ingrediente ativo da maconha – produzidos pelo corpo fazem bem para a pele.

A equipe tratou várias células retiradas das glândulas sebáceas do corpo, responsáveis pela produção de óleo na pele, com concentrações diferentes de endocanabinóides.

Os pesquisadores mediram então a produção de lipídios – células gordurosas- além de analisar a sobrevivência e morte da célula e as mudanças nas expressões genéticas sofridas nas diferentes células.

Depois das análises, os cientistas compararam as células tratadas com outras que não receberam os endocanabinóides.

  • Em comum com a maconha

Segundo os resultados preliminares, publicados na edição online da revista científica da Faseb – Federação das Sociedades Americanas para Biologia Experimental, os endocanabinóides ajudam a regular tanto a produção de lipídios quanto a morte das células.

“Essa pesquisa demonstra que podemos ter algo em comum com a planta da maconha”, disse Gerald Weissmann, que participou do estudo.

“Assim como consideram que o THC protege a planta da maconha contra os elementos causadores de doenças, nossos endocanabinóides podem ser necessários para a manutenção de uma pele saudável e para nos proteger de doenças”, afirmou.

  • Tratamento

Os cientistas esperam que o estudo possa ajudar no desenvolvimento de novos medicamentos para tratar problemas de pele como acne ou ressecamento e até tumores.

“Nossas informações pré-clínicas incentivam a pesquisa sobre os agentes endocanabinóides e sua possível ação no controle de problemas de pele comuns”, afirma Tomás Biró, que liderou o estudo.

“Os dados sugerem ainda que esses agentes podem ser aplicados diretamente na pele em forma de creme”, afirmou.

A versão final do estudo será publicada na edição impressa da revista científica da Faseb em outubro.

Fonte: BBC

Segundo estudo, tofu pode elevar risco de demência

Posted in novidade with tags , , , , , , on julho 9, 2008 by dr.lichtenstein
Tofu pode elevar o risco de demência

Tofu pode elevar o risco de demência

Alimento seria rico em fitoestrogênios, que causariam a perda da memória.

Comer grandes quantidades de alguns produtos à base de soja – entre eles o tofu – pode aumentar o risco de demência, sugere um estudo realizado na Grã-Bretanha.

Os pesquisadores da Universidade de Loughborough analisaram 719 idosos que moram em regiões urbanas e rurais da cidade de Java, na Indonésia.

Segundo os resultados, publicados na revista científica Dementias and Geriatric Cognitive Disorders, o consumo de tofu, uma vez ao dia, estaria relacionado com perda de memória, principalmente entre os idosos com mais de 68 anos.

Os produtos à base de soja são ricos em nutrientes chamado de fitoestrogênios, que funcionam de forma parecida ao estrogênio feminino.

Segundo os pesquisadores, é possível que o consumo de grandes quantidades deste nutriente possa ser a causa do aumento do risco de demência.

Impacto

De acordo com Eef Hogersvorst, que liderou o estudo, pesquisas anteriores já haviam demonstrado que o estrogênio está relacionado com um aumento no risco de demência entre mulheres com mais de 65 anos.

No entanto, os pesquisadores ainda não determinaram qual substância presente no tofu poderia prejudicar as células e nem de que forma.

Hogersvort explica que, o estrogênio – e possivelmente o fitoestrogênio – promovem crescimento nas células, o que pode ser prejudicial ao cérebro dos mais idosos.

Outra hipótese levantada pela pesquisadora é que altas doses de estrogênio poderiam afetar as células por causa de partículas chamadas de radicais livres, produzidas quando o organismo luta contra infecções.

O estudo sugere ainda que o dano às células pode ser causado não pelo tofu, mas por uma substância chamada de formaldeído – usado na Indonésia como conservante.

Os pesquisadores admitiram que são necessárias mais pesquisas para afirmar que os mesmo efeitos também podem ser registrados em outros grupos étnicos.

No entanto, estudos anteriores já haviam relacionado o consumo de grandes quantidades de tofu ao aumento no risco de demência entre idosos americanos de origem japonesa.

Complexidade

De acordo com o professor David Smith, da Universidade de Oxford, o tofu é um alimento complexo com muitos ingredientes que podem causar impacto nas células.

No entanto, ele afirmou que pode haver uma relação com o estrogênios.

“Ao envelhecermos, parece que alguma coisa acontece no cérebro que o faz reagir aos estrogênios de uma maneira oposta à que esperávamos”, disse.

Segundo Hogersvort, não há nenhum indício de que o consumo moderado de tofu possa causar problemas.

Para Rebecca Wood, da ONG Alzheimer Reserch Trust, que trabalha com pesquisas sobre a doença e financiou o estudo, é necessário que os pesquisadores façam ainda mais estudo para avaliar os potenciais riscos e benefícios dos chamados super alimentos.

“Esse tipo de pesquisa sobre as causas do Alzheimer podem levar os cientistas a descobrirem novas formas de prevenir essa doença devastadora”, afirmou.

“Com mais de meio milhão de pessoas com Alzheimer na Grã-Bretanha atualmente, há uma necessidade urgente em encontrar uma nova prevenção ou cura”, concluiu Wood.

Fonte: BBC

Quer controlar sua pressão alta ? Coma vegetais !!!

Posted in dica, doença, novidade with tags , , , , on junho 1, 2008 by dr.lichtenstein

Hipertensão, é cedo que se previne !

A Hipertensão arterial, ou popularmente conhecida como pressão alta, é atualmente um dos mais importantes problemas de saúde pública, estimando-se em 20 milhões o número de brasileiros considerados hipertensos.

Caracterizada por níveis de pressão arterial (PA) elevados e permanentes, aumentando o risco de danos em órgãos atingidos como o coração, cérebro, rins e vasos periféricos.

Pesquisas revelam que as pessoas que possuem uma dieta rica em verduras e frutas, e que comem pouca gordura apresentam os mesmos índices de controle da pressão alta, do que aquelas que recorrem ao controle da pressão, somente com o uso de remédios.

Infecção na gengiva podem ser um sinal de um maior risco de câncer

Posted in doença, novidade with tags , , on junho 1, 2008 by dr.lichtenstein
Infecção na gengiva tem sido associado a problemas de saúde
Infecções na gengiva podem ser um sinal de um maior risco de câncer tanto em fumantes como em não-fumantes, segundo uma pesquisa realizada pelo Imperial College de Londres.

O estudo, publicado no jornal especializado Lancet Oncology, concluiu que aqueles com histórico de infecção na gengiva tem 14% mais chances de desenvolver câncer comparados com aqueles que não têm.

A equipe estudou os registros médicos de 50 mil homens americanos desde 1986 e concluiu que aqueles com problemas na gengiva tinham 30% mais chances de ter câncer no sangue, como leucemia, 36% mais chances de ter câncer no pulmão, quase 50% mais riscos de câncer no rim e um aumento semelhante no risco de câncer no pâncreas.

Pesquisas anteriores sugeriram que os riscos maiores eram entre fumantes, mas o estudo do Imperial College sugere que mesmo em não-fumantes a presença de infecção na gengiva pode representar um maior risco de câncer.

Os cientistas não constataram um aumento no risco de câncer no pulmão em não-fumantes com histórico de infecções na gengiva, mas verificaram um ligeiro aumento no risco geral de câncer neste grupo – e um aumento comparável ao de fumantes nos casos de câncer de sangue.

Explicação

Há várias teorias que tentam explicar as rezões da ligação entre infecção na gengiva a outras doenças.

Os pesquisadores sugeriram que o problema pode ser um sinal de uma fraqueza no sistema imunológico que poderia também permitir o desenvolvimento de câncer.

“Os resultados indicam uma associação na resposta do sistema imunológico à inflamação, o que pode levar a uma suscetibilidade tanto a doenças periodontais como a câncer no sangue”, diz o estudo.

No entanto, os pesquisadores também dizem que infecções persistentes na gengiva podem levar a mudanças na resposta imunológica, facilitando o desenvolvimento de câncer, ou que a bactéria que causa a infecção na gengiva possa estar diretamente causando câncer nos tecidos da boca e da garganta quando engolida.

Mas os cientistas não chegaram a recomendar que aqueles que têm problemas na gengiva procurem o médico em vez do dentista.

“Nesse momento, nós acreditamos que qualquer recomendação para a prevenção de câncer com base nesses resultados pode ser prematura. Pacientes com doenças periodontais devem ir ao dentista independentemente do impacto no risco de câncer”, concluíram.

Fonte: BBC

Gene que protege pessoas que bebem de câncer é identificado

Posted in doença, novidade with tags , , , , on junho 1, 2008 by dr.lichtenstein
Se beber não dirija !
Uma descoberta genética pode ajudar a explicar porque algumas pessoas que bebem demais desenvolvem determinados tipos de câncer enquanto outras não.

Um estudo conduzido na França e publicado na revista científica Nature Genetics detectou duas variáveis de genes que oferecem proteção “significativa” contra câncer na boca e na garganta.

O estudo sugere que pessoas que têm as variáveis dos genes conseguem transformar o álcool em agentes químicos menos nocivos, com uma eficiência 100 vezes maior do que as pessoas que não as têm.

Riscos do álcool

Sete em cada dez pessoas diagnosticadas com câncer de boca bebem acima do limite de álcool recomendado.

O estudo, realizado pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, na cidade francesa de Lyon, analisou 9 mil pessoas de idades e estilos de vida semelhantes. Algumas delas tinham desenvolvido câncer de boca ou de garganta.

Em tese, quanto mais eficientes são esses genes, menores são as chances de o álcool atingir células da boca e da garganta.

Pesquisas anteriores já haviam identificado os genes ADH como fatores que influenciam no desenvolvimento de câncer.

A nova pesquisa mostra que duas variáveis do ADH reduzem as chances de se desenvolver câncer. O estudo mostrou que há menos incidência de câncer em pessoas com uma das variáveis do gene, mesmo entre aqueles que disseram consumir altas quantidades de álcool.

No entanto, especialistas sugerem que as pessoas que têm alguma das duas variáveis do gene não devem exagerar na bebida alcoólica.

“É uma pesquisa científica interessante, mas as pessoas com essas variáveis genéticas que bebem álcool demais ainda têm risco maior do que as pessoas que não bebem”, afirma Hazel Nunn, da entidade britânica Câncer Research UK.

“Mais pesquisa é necessária para examinar o papel preciso destas variações genéticas no desenvolvimento do câncer. A melhor recomendação prática para reduzir o risco de câncer da boca, faringe, laringe e esôfago continua sendo parar de fumar e beber menos álcool”, diz ela.

“Álcool também está ligado a câncer de mama, intestino e fígado. Quanto mais você corta o álcool, mais você reduz o risco.”

Fonte: BBC

Leite orgânico é mais nutritivo que o convencional, diz estudo

Posted in novidade with tags , , , , , , on junho 1, 2008 by dr.lichtenstein

As vacas agradecem a pesquisa

Pesquisadores ingleses compararam a qualidade do leite produzido em fazendas orgânicas e convencionais e sugerem que o produto orgânico é mais rico em nutrientes que beneficiam a saúde.

Segundo o estudo, o leite produzido por vacas que pastam naturalmente e têm uma dieta à base de feno é mais rico em antioxidantes, vitaminas, carotenóides e ácidos graxos (ou ácidos gordos) que fazem bem à saúde, como o ômega 3 e o ácido linoleico.

Essas substâncias, acredita-se, ajudam no combate ao câncer e aos problemas cardíacos.

A pesquisa, publicada na edição desta semana da revista científica Jounal of Science of Food and Agriculture, ressalta que os níveis desses nutrientes chegaram a ser até 60% maior em algumas amostras de leite orgânico.

Já sabíamos que a dieta das vacas influencia na qualidade do leite. A diferença dessa pesquisa é que ela demonstra que, em fazendas orgânicas, o pasto e a ingestão de feno são as razões mais importantes para as diferenças entre as composições do leite orgânico e convencional“, disse Gillian Butler, que liderou o estudo.

Fazendas

Para realizar a pesquisa, os cientistas analisaram 25 fazendas no Reino Unido em duas áreas distintas – o sul do País de Gales e o nordeste do país. Entre as fazendas, a pesquisa analisou três diferentes tipos de criação: sustentável, orgânica e convencional.

Os pesquisadores coletaram 109 amostras de leite nas 25 fazendas comerciais ao longo de dez meses.

O grupo investigou os efeitos das diferenças nas dietas e tipo de criação na composição nutritiva das amostras.

Os resultados apontam que entre as substâncias benéficas que apresentaram maior teor no leite orgânico estavam os ácidos graxos linoleico, ômega 3, antioxidantes, vitamina E e carotenóides.

O estudo é financiado pela União Européia e faz parte uma pesquisa em andamento sobre a saúde e bem-estar dos animais, qualidade do leite e que estuda soluções para reduzir o uso de antibióticos na produção de laticínios.

Fonte: BBC