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Mamoplastia redutora

Posted in dica, mulher with tags , , , , on agosto 2, 2008 by dr.lichtenstein
mamoplastia

Uma das cirurgias plásticas mais procuradas é a mamoplastia redutora, cirurgia para reduzir o volume dos seios, buscando-se sempre o tamanho que fique mais proporcional ao tronco.

As cicatrizes finais dependerão do tamanho das mamas, da relação peso/altura da paciente, se há tecido mamário prolongando-se para as axilas (às vezes continuando-se com depósitos de gordura das costas), pois esses fatores determinarão qual técnica cirúrgica será a mais adequada, além disso dependerá também da paciente não apresentar transtornos de cicatrização (como quelóides) e seguir as orientações de pós-operatório.

Dependerá também de um evento muito comum que é a diferença de tamanho e da distribuição do tecido mamário entre as duas mamas antes da cirurgia. Quase sempre um dos seios é um pouco maior que o outro e um pouco mais pendente. Quanto maior for a diferença entre eles maior será a diferença das cicatrizes e maior será a dificuldade da cirurgia plástica, pois sempre procuramos deixá-las o mais parecidas possível.

Em relação à idade, existem adolescentes com mamas muito grandes, mas precisamos aguardar que suas funções hormonais estejam equilibradas antes de submetê-las à redução das mamas. Uma regra geral é aguardar pelo menos 4 anos após o início da menstruação, desde que já estejam apresentando ciclos regulares, mas sempre pedimos a avaliação de seu ginecologista.

Um fato importante é que a cirurgia não impede a amamentação, mas as mamas poderão sofrer mudanças de forma dependendo da glândula mamária voltar ao seu tamanho anterior, continuar aumentada ou até reduzir de tamanho após o aleitamento. Além disso, a chance de haver mudança da forma mamária será maior se houver grande variação do peso da paciente, pois há mulheres que ganham bem mais que os 9 a 12 kg esperados, chegando a ganhar mais de 20 kg.

As mulheres jovens apresentam mamas cujo tecido é mais firme, pois apresentam mais tecido glandular. Com a idade esse tecido vai sendo substituído por gordura e assim, as pacientes com mais idade apresentam mamas que são mais macias à palpação e que tendem a ser mais flácidas. Quanto mais gordurosas forem as mamas, mais suscetíveis a perderem o bom resultado cirúrgico se a paciente apresentar variações de peso importantes.

No pré-operatório, além dos exames que são pedidos para qualquer cirurgia, sempre pedimos avaliação do ginecologista, para termos segurança de que a paciente não apresenta patologias que necessitem tratamento específico, como nódulos, cistos e até descartar presença de tumores malignos.

Os cuidados pós-operatórios incluem restrição da movimentação ampla dos braços por pelo menos 15 dias, evitar dirigir por 30 dias, aguardar 60 dias para exercícios vigorosos, utilizar sutiã apropriado por 6 meses até que o edema (inchaço) regrida totalmente e verifique-se se há necessidade de algum retoque.

A vitamina C previne realmente contra a gripe?

Posted in dica with tags , , , , , , on julho 30, 2008 by dr.lichtenstein
vitamina-c

vitamina-c

Ela participa ativamente da formação de anticorpos naturais, células que o nosso próprio corpo cria – induzido ou não – para termos defesas contra vários tipos de doenças.

Há estudos que dizem que a vitamina C diminui os sintomas e a duração dos resfriados, porém, não o número de resfriados adquiridos por uma pessoa; outros estudos, garantem que se estivermos com o nosso sistema imunológico fortalecido (e isso inclui a participação da vitamina C), também o número de resfriados será diminuído.

O importante é lembrar que não se deve tomar nenhum tipo de medicamento ou vitamina sem a orientação do seu médico.

Como funciona a ereção ?

Posted in dica, homem with tags , , , , , , , , , , on julho 29, 2008 by dr.lichtenstein
viagra

viagra

O pênis contém estruturas vasculares (chamada de sinusóides) que se enchem de sangue, promovendo ereção e rigidez penianas.

A ereção peniana ocorre a partir de estímulos eróticos que chegam ao cérebro através dos órgãos dos sentidos, influenciados por aspectos orgânicos, hormonais, emocionais, de personalidade, comportamentais, etc.

O cérebro então, envia mensagens para os nervos do pênis; estes liberam substâncias que relaxarão os sinusóides do pênis.

Esse relaxamento promove um maior aporte de sangue (vasodilatação) que encherá os sinusóides do pênis, conferido-lhe a rigidez necessária para o ato sexual.

No estado ereto, o aporte de sangue para o pênis é maior e mais rápido e o retorno deste sangue, de dentro do pênis para a circulação, é menor e mais lento, mantendo a rigidez peniana pois o sangue fica “aprisionado” no pênis.

Cessado o estímulo erótico ou, em geral, após o orgasmo, ocorre o contrário.

Os nervos penianos liberam substancias que provocarão uma contração dos sinusóides, dificultando a chegada do sangue ao pênis e liberando a quantidade a mais de sangue já existente.

Então, a quantidade de sangue que chega ao pênis é bem menor do que a que sai, promovendo e mantendo a flacidez do órgão.

Portanto, para que ocorra ereção peniana, é necessária a integridade e o correto funcionamento de vários fatores envolvidos no fenômeno:

  • adequado estímulo sexual;
  • adequado estado emocional;
  • adequada integridade das vias nervosas que transmitem o estímulo do cérebro ao pênis;
  • adequado funcionamento dos sinusóides e outros vasos sangüíneos do pênis.

Quando ocorre a impotência sexual ?

Impotência sexual ocorre quando falha algum ou alguns dos elos responsáveis pela cadeia de eventos que leva à ereção peniana.

É definida como a incapacidade de obter uma ereção com rigidez suficiente para a penetração e/ou mantê-la por um período de tempo adequado para a satisfação sexual do casal.

Atualmente, preferimos usar o termo disfunção erétil peniana (DE). Estima-se que a DE acometa de 10 a 20 milhões de brasileiros.

A maioria dos homens, em algum momento de suas vidas, experimenta episódios de DE, muitas vezes decorrentes de cansaço, stress, abuso de álcool ou desmotivação sexual, entre outras causas.

Uma falha ocasional não deve ser supervalorizada. Porém, se o problema persistir, deve-se procurar a ajuda de um urologista.

Tratamento

O tratamento da DE deve, inicialmente, sanar a causa básica, o que por si só já melhora o quadro.

O arsenal disponível para o tratamento da DE inclui:

  • medicamentos que se propõem a facilitar a obtenção da ereção por vasodilatação peniana, dentre os quais podemos relacionar o Viagra®, Cialis®, Levitra® e Vivanza®;
  • reposição hormonal por via oral, parenteral ou transdérmica;
  • medicamentos aplicados diretamente no pênis;
  • medicamentos introduzidos no canal uretral;
  • uso de dispositivos à vácuo para ajudar a obter e manter a ereção;
  • tratamentos cirúrgicos para a correção de fatores de risco;
  • implante de próteses penianas semi-rígidas ou infláveis.
  • os distúrbios psicogênicos são enfrentados pelo uso de medicamentos específicos e/ou psicoterapia.
  • em alguns casos de distúrbios psicogênicos, emprega-se uma combinação do tratamento específico da condição com outros métodos usados para os casos de DE orgânica.

Como funcionam os medicamentos de vasodilatação peniana?

O Viagra® foi a primeira droga pesquisada para tal, apesar de ter sido descoberta por acaso, durante estudos sobre drogas para doenças cardiovasculares, sendo a primeira droga realmente eficiente para o tratamento clínico da DE, quando bem indicada e bem empregada.

O Cialis®, Levitra® e Vivanza® foram lançados depois, por laboratórios concorrentes.

Essas medicações estão disponíveis em várias concentrações, como 25, 50 e 100 mg.

Geralmente devem ser ingeridos uma hora antes da atividade sexual, com o estômago vazio.

Para que funcione, no entanto, é necessário que haja desejo sexual.

Não adianta tomar a medicação e esperar que ocorra uma adequada ereção, se não existir desejo e estimulação sexuais, ou seja, ela é um facilitador de ereção, não é indutor de ereção.

Desejo sexual e excitação sexual não são afetados pela medicação. Ele depende, entre outras coisas, do humor, emoção, estado de espírito e não é sobre estes aspectos que age a medicação.

A droga age diretamente nos sinusóides do pênis, promovendo vasodilatação, inibindo a ação de uma enzima responsável pela indução da contração dos sinusóides do pênis, mantendo e prolongando a ereção atingida.

Cerca de uma hora após a ingestão da dose preconizada pelo médico, a droga faz com que os sinusóides do pênis do paciente se mantenham relaxados, dilatados, cheios do sangue que confere a rigidez necessária e pelo tempo necessário para uma relação sexual satisfatória.

A ereção auxiliada pelo medicamento costuma durar enquanto dure o estímulo sexual e costuma cessar após o orgasmo.

A obtenção de nova ereção para outro relacionamento sexual pode ficar mais fácil em alguns pacientes que fazem uso da droga.

Esses remédios não funcionam como prolongadores do ato sexual, ou seja, não são indicados para ejaculação precoce. Nem devem ser usados por quem não precisa, como por exemplo, para melhorar a “performance” sexual.

A medicação só deve ser usada uma vez a cada 24 horas. Caso se deseje mais relações nesse espaço tempo, o que é permitido, elas devem ocorrer sem a utilização da droga.

A taxa de sucesso com seu uso para tratamento clínico da DE é variável e situa-se em torno de 60% de bons resultados.

Efeitos colaterais

Por tratar-se de um medicamento, seu emprego envolve benefícios e o aparecimento de efeitos colaterais.

Os mais comuns são: dor de cabeça, desconforto gástrico, vermelhidão da face e tronco, queda da pressão arterial e confusão no reconhecimento de algumas cores.

É contra-indicado para alguns pacientes cardiopatas que usam certos tipos de vasodilatadores (nitratos).

O uso concomitante do medicamento e nitratos pode levar a uma severa hipotensão, e até mesmo à morte. Alguns casos de morte após seu emprego foram confirmados. Eram pacientes idosos, cardiopatas e usuários de nitratos.

Não devemos nos esquecer que o ato sexual, principalmente em idosos cardiopatas, já carrega um certo risco para o coração.

De fato, esses medicamentos são úteis no tratamento clínico da DE, e quando bem indicado, e seu emprego cercado de cuidados peculiares, pode restaurar o prazer do exercício pleno da sexualidade, desde que seja realizado o indispensável acompanhamento médico.

Declare guerra às varizes

Posted in dica, mulher with tags , , , on julho 28, 2008 by dr.lichtenstein
varizes

O assunto será abordado para que você possa evitá-las e tratá-las ! 🙂

Chamamos de varizes ou de veias varicosas, as veias dilatadas acima do seu calibre normal, comumente associadas a uma insuficiência venosa, e conseqüentes sintomas e/ou inconveniente estético.

Atualmente, sofrem de varizes cerca de 80 milhões de adultos, apenas nos Estados Unidos.

No Brasil, apesar da falta de dados estatísticos recentes o problema se assemelha, e como no mundo todo, se torna mais comum entre as mulheres, e mais ainda, após a primeira gestação.

Porém, não se trata de uma enfermidade exclusiva das mulheres adultas, sendo comumente encontrada também nos homens e crianças.

Por volta de 50% dos pacientes que procuram atendimento médico com queixa de varizes, o fazem devido a sintomas como:

  • dor;
  • desconforto;
  • parestesias;
  • entre outros, e uma outra metade, por causa dos inconvenientes estéticos.

Existe uma associação, sempre citada, entre pessoas que trabalham por longo período em pé e parada, e o aumento da incidência das varizes.

Existem ainda, a predisposição familiar geneticamente herdada, e as varizes em conseqüência de outras enfermidades.

A medicina moderna ocidental, conforme a praticamos no Brasil, se utiliza de vários métodos de tratamento, desde o método clínico (remédios, dietas, cremes e massagens) até a escleroterapia, e a cirurgia.

Como convém em qualquer outra enfermidade, a escolha do método mais indicado a cada caso, deverá recair sobre o profissional competente, no caso, o médico.

Tratamentos

A escleroterapia consiste na injeção intravenosa de líquido esclerosante, na veia varicosa, em pontos estratégicos visando o desaparecimento ou a diminuição do calibre do vaso varicoso.
Apresenta bons resultados, dependendo da indicação (para “aquelas” varizes, “daquele” paciente), do produto esclerosante utilizado e da técnica utilizada.

Prevenção

Antes das varizes aparecerem, ou se agravarem, tomar algumas providências simples, podem evitar ou retardar a evolução das mesmas.

  • Evite ficar parada(o), em pé por longo tempo, ou se for necessário faze-lo, simule andar, ainda que sem trocar os passos, de vez em quando, para bombear o sangue pra cima.
  • Após o banho, massageie as pernas subindo sempre dos pés para as coxas, como que apertando o sangue pra cima.
  • Se for repousar um pouco no meio do dia, use uma almofada grande, e não muito alta para elevar um pouco as pernas em relação ao restante do corpo, que deverá ficar na posição horizontal. (30 minutos por dia já valem bastante.)
  • Se for usar meias para varizes, prefiram as de média compressão, e lembrem-se que é necessário vesti-las “antes de levantar da cama”, de manhã (a gravidade puxa os líquidos para baixo e enche as veias). Permaneça com elas enquanto sentir-se confortável, se possível até à tardinha.
  • Crie o excelente hábito do exercício físico diário, caminhar, bicicleta, esteira, natação, etc…

Hemorróida nunca mais !

Posted in dica with tags , , on julho 27, 2008 by dr.lichtenstein

As hemorróidas são afloramentos ou dilatações das veias do orifício na extremidade terminal dos intestinos. Elas podem ser internas ou externas. As externas se localizam sob a pele do lado de fora da abertura terminal do intestino e as internas, sob a superfície da pele dentro do canal na extremidade final dos intestinos. Em qualquer um dos casos, minha experiência demonstra que os que sofrem deste mal estão reagindo a uma não-expressão de raiva e, particularmente, de ressentimento. Eles estão segurando demais as coisas dentro de si. Este exercício com imagens deve ajudar.

Procedimento
Feche os olhos. Respire três vezes. Veja e sinta suas hemorróidas tornarem-se enrugadas como uma bolsa velha, depois se encolherem e, finalmente, desaparecerem, enquanto as paredes do orifício na extremidade terminal dos intestinos se tornam rosadas e lisas. Então abra os olhos.

Freqüência
A cada hora, de 1 a 2 minutos, durante até 21 dias ou até que as hemorróidas tenham desaparecido.

Alívio natural para os gases

Posted in dica, homem, mal hábito, mulher with tags , , , , , , on julho 8, 2008 by dr.lichtenstein
Flatulência não !

Flatulência não !

Quais as plantas que ajudam a melhorar os sintomas de estômago dilatado, má digestão e gases?

Para tratar os problemas gastrointestinais, tome um chá ou tintura antitóxica e digestiva a base de folhas de Boldo, Alcachofra, Genciana e Beladona, 1 xícara de chá 3 x ao dia.

Para gases, gastrite e úlcera, faça um chá de espinheira santa, através de infusão de 1 colher de sopa das folhas fatiadas mais 2 copos de água fervente.

  • Deixar em infusão por 15 minutos abafado
  • coe e beba 3 xícaras ao dia.

Outras plantas que auxiliam no tratamento, são:

  • Graçatonga;
  • Camomila;
  • Romã;
  • Beringela;
  • Sete Sangrias;
  • Bardana;
  • Carqueja;
  • Jurubeba;
  • Trevo;
  • Linhaça;
  • Erva doce;
  • entre outras.

Qual a diferença entre gripe e resfriado?

Posted in dica, doença, epidemia with tags , , , , , , , , , on julho 8, 2008 by dr.lichtenstein
Gripe ou Resfriado ?

Gripe ou Resfriado ?

O QUE É RESFRIADO ?

É uma infecção aguda virótica (os rinovírus são os principais agentes causadores), geralmente sem febre, na qual as principais manifestações clínicas envolvem as vias aèreas superiores, com secreçao nasal (coriza) ou obstrução nasal como sintoma predominante.

Com a exposição ao agente, a infecção pode ser facilitada por fadiga excessiva, distúrbios emocionais e alérgicos.

O QUE É GRIPE ?

É uma infecção respiratória aguda causada por um virus específico, denominado INFLUENZA, que ocasiona febre, prostação, coriza, tosse, dor de cabeça, dor de ganganta.

Geralmente ocorre como uma epidemia no inverno. Pode complicar com infecção bacteriana secundária que deve ser tratada com antibióticos.
O vírus da influenza apresenta vários sorotipos e sofrem mutações de um ano para outro.

Estão sendo fabricadas vacinas que devem ser repetidas todos os anos, principalmente pelos grupos de maior risco (idosos e pacientes com problemas respiratórios crônicos).